terça-feira, 11 de agosto de 2009

Legolejo: Continuação dos trabalhos

Legolejo, aglutinação das palavras "lego" e "azulejo".

Quando se é criança brinca-se horas incontáveis com Lego até nos mandarem para a cama. Quando se é adulto trabalha-se umas horas em Lego e fica-se com o dedos calejados do calcar as peças. É esta a diferença entre ser-se criança e adulto.





O que ficou feito por hoje corresponde a menos de um quarto do padrão.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Legolejo: Sempre a chegar

Legolejo, aglutinação das palavras "lego" e "azulejo".

Não fosse um erro da loja Lego em linha e já tinha todas as placas. Acertaram nos tamanhos e quantidades todas, excepto num tipo de placas, que vieram todas de cor cinzenta, e noutro, que vieram tijolos em vez de placas.



Entretanto chegaram também, entre outras, as peças da cor que faltava. Verde era a cor.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

José de Almada Negreiros: Painéis da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos



Painéis da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos (1948),
José de Almada Negreiros

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Deviant Art: tiagotejo

Se interessar a alguém o que ficou da minha fase fotográfica e, a médio prazo, um sítio onde se poderá consultar e, aqui reside a diferença para os demais sítios onde isso já é possível, adquirir o trabalho dos pixelejos em diferentes suportes:

http://tiagotejo.deviantart.com/

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Legolejo: Começo dos trabalhos

Legolejo, aglutinação das palavras "lego" e "azulejo".

As últimas semanas foram de planeamento e aquisição de materiais. Sobre as placas base começa já a avançar uma primeira camada de placas pretas, que unirão as quatro placas base, e sobre a qual avança também já a camada final, que desenhará o padrão.


Mais dia menos dia chegarão, vindas diretamente da Lego dinamarquesa, todas as placas placas pretas necessárias para cobrir a totalidade das placas base. Entretanto vão também chegando os tijolos que vão reabastecendo os depósitos conforme estes se vão despejando.


Sim, os depósitos são garrafões de água cujo topo eu cortei e assim transformei em silos de peças lego. Falta ainda um com peças duma outra cor que ainda não chegaram e que só serão necessárias no topo oposto àquele por onde comecei.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Columbano Bordalo Pinheiro: Antero de Quental

Antero de Quental (1889),
Columbano Bordalo Pinheiro

sexta-feira, 17 de julho de 2009

17 de julho de 2008

Há exatamente um ano atrás eu zarpava de Lisboa, era o início duma viagem. Durante cerca de um mês viajei pela Europa. Corri de lés a lés algumas das maiores cidades europeias. Quase sempre a pé, só entre elas recorri ao comboio. Estive em sítios cuja carga histórica faz de mim um grão de areia, detive-me perante telas que me dizem mais que muitos seres humanos, nunca estive demasiado tempo no mesmo sítio e comi massa a quase todas as refeições. Se tive saudades? Claro que sim, mas o fascínio era constantemente renovado e Lisboa, que tinha sido ponto de partida, haveria de ser também ponto de chegada. Se me senti sozinho? Claro que não, fiz isto tudo na companhia de um grande amigo.