domingo, 10 de janeiro de 2010

Pixelejo: Primeira aplicação


Antes do passo criativo seguinte, criar pixelejos e respetivos padrões do zero, há o momento de aplicar o que até aqui foi feito e multiplicar esse trabalho por diferentes espaços com diferentes aplicações.


Dessa forma, aqui se encontra o primeiro espaço pixelejado. Trata-se de uma superfície que antes era de um castanho bem tosco e feio e hoje está coberta de pixelejos. Daqui em diante, mãos à obra!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Legolejo: Terminado!


O projeto Legolejo começou a ser pensado no mês de junho de 2009. Entretanto, dez mil tijolos lego 1X1 e mais uma série de peças que compõem as camadas não visíveis depois, está terminado. Mais concretamente, foi à sua finalização que dediquei a véspera de natal. Enquanto pela casa se instaurava a algarraza tradicional de preparar comidas e arrumar prendas, concentrei-me no Legolejo.


É a primeira expressão concluída da presente fase do píxel que atravesso. Não foi a primeira a surgir-me, mas foi a que primeiro teve uma expressão física, digamos. Nas longas horas que este projeto me tomou tive constantemente a companhia do sempre fiel Almada.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009

Novo projeto: Aguçar a curiosidade...



Apenas um pormenor da última encomenda recebida para alimentar a curiosidade quanto ao projeto que se seguirá...

sábado, 21 de novembro de 2009

Legolejo: A umas setecentas peças do final.



Dei um pulo à terra, para almoçar com a família, e eis que tinha chegado correio durante a semana. Eram peças há muito aguardadas. Pequenos tijolos 1X1 de cor branca, para os espaços que me faltam preencher no Legolejo. No entanto, para grande pena minha, ainda não foi desta que ficou concluido, pois faltam-me cerca de setecentas peças para o fazer.


domingo, 15 de novembro de 2009

Paula Rego: O celeiro


O celeiro (1994),
Paula Rego

quinta-feira, 12 de novembro de 2009



Embora se limite ao campo pessoal, isto é, exista apenas para mim e não se manifeste nela, há algo de tremendamente trágico na minha presente fase e que marca presença desde o início em qualquer período criativo: a consciência de que terá um fim. Comparado com isso, o facto de  os demais aspetos da vida não me deixarem nem tempo nem limpeza de consciência suficientes para me dedicar na força devida aos meus projetos, nada é. No entanto, não se vislumbram ainda sinais de fim. Aliás, não existe sequer manifestação suficiente ao ponto de se auto-nomear, como, por exemplo, o Arrepio Cardíaco se destacou e apelidou a fase anterior. Por outras palavras, estou ainda na subida da montanha, pois todos os dias, nas mais diversas ocasiões me surgem ideias. Estas tanto são variações das já criadas, como novos padrões de pixelejos (que eu raramente me lembro de anotar e depois caiem no esquecimento!) ou propostas concebidas do zero, das quais boa parte é segundos depois deitada no caixote das ideias a destruir. Assim, o perigo agora não é o fim, mas antes a desmultiplicação de projetos que, se atingir um ponto insustentável, poderá comprometer tudo. Um pouco como um barco, quando carrega demasiado é o barco inteiro que vai ao fundo e não apenas o objeto que ultrapassou a carga suportável. No fundo, uma outra forma de fim, mas da qual eu não sei ainda se é possível renascer ou, seguindo a metáfora usada, que o barco, uma vez à superfície, possa voltar a navegar. Contudo, não se trata da forma  que experienciei com o Arrepio Cardíaco em que se tratou, não dum afundar do barco, mas antes do mesmo acabar à deriva por falta de combustível e eu voltar a terra a nado, digamos.